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Mão Morta Redux

A mítica banda portuguesa Mão Morta dispensa apresentações, apresentando um cine-concerto em versão “redux” com Miguel Pedro, Adolfo Luxúria Canibal e Rafael Machado.

Esta não é a primeira incursão na criação de música original para filmes, com o grupo, a convite do festival de cinema Curtas Vila do Conde, a se aventurar, em 2009, na criação de música para quatro curtas-metragens da cineasta experimental norte-americana Maya Deren, o que resultou na edição "Rituais Transfigurados", em disco e em DVD.

Em 2019, em formato “redux”, a banda volta a trabalhar na criação de música original para cinema, desta vez para a longa-metragem "A Casa na Praça Trubnaia", do cineasta soviético Boris Barnet, programa que vem repetindo, desde então, nas mais diversas situações.

 

A convite da Câmara Municipal de Setúbal apresenta-nos, em estreia absoluta, a criação musical para o filme “Rapsódia Satânica, de Nino Oxilia, especialmente criada para o Film Fest – Festival de Cinema Musicado ao Vivo.

 

JORGE SALGUEIRO

É compositor e por vezes dirige obras suas. Compõe regularmente desde os 14 anos, sendo autor de mais de 300 obras, entre as quais são de referir 13 óperas, sete sinfonias e diversas músicas para orquestra, banda, coro de câmara, para teatro, cinema, bailado e para crianças.

Entre 2000 e 2010 foi compositor residente da Banda da Armada Portuguesa.

 

Atualmente, é membro da direção artística do grupo de teatro O Bando e compositor residente da Foco Musical. É diretor artístico da Associação Setúbal Voz, onde dirige o Coro Setúbal Voz e onde fundou o Ateliê de Ópera de Setúbal e a Companhia de Ópera de Setúbal.

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HELENA SILVA

Serve-se apenas do violino e de uma loopstation para desenvolver temas que transitam entre o minimalismo contemporâneo e a experimentação acústica.

Com uma pegada única em Portugal, Helena Silva conta já com passagens por salas como a Casa da Música, CCB, Coliseu do Porto, Teatro Aveirense, Teatro Sá de Miranda e Theatro Circo, além de ter acompanhado Antony and the Johnsons no litúrgico espetáculo que deram no NOS Primavera Sound 2015.

Nos últimos anos, além de ter feito parte dos Indignu, colaborou também, em disco e ao vivo, com Grutera e Gobi Bear.

 

JOAQUIM PAVÃO

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Guitarrista, compositor e realizador, trabalhou com Janek Pfeifer, Olga Roriz, Pierre Hebert, Pedro Rodrigues, Jan Kuta, Elitza Mladenova, Miguel Gonçalves Mendes, entre outros.

Da música para o cinema, destacam-se as obras para os filmes “Quatro Elementos”, de Janek Pfeifer”, “A Sesta”, para a instalação “Arquiteturas de Palco”, de João Mendes Ribeiro com coreografia de Olga Roriz, e “Foi o Fio”, de Patrícia Figueiredo.

Como realizador assinou “Antes que a noite venha - falas de Antígona”, que arrecadou vários prémios internacionais, “Drama” (vídeo clip), “Miragem” e “Fios de tempo”.

 

SPACE ENSEMBLE

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É uma formação que se baseia na exploração das cumplicidades entre os músicos envolvidos, testando e variando as combinações instrumentais e estilísticas, de acordo com os locais e o contexto dos eventos. Um processo de exploração que se desenvolveu ao longo das várias edições do Festival Space e que acabou por ser a base de preparação de inúmeros projetos que, desde então, percorreram as principais salas de Portugal. Nos seus espetáculos cruzam várias vertentes artísticas, trabalhando, essencialmente, o formato filme-concerto. Apostam na produção de espetáculos para toda a família e com um caráter de serviço educativo, tendo já abordado temas como a Matemática, o ambiente, ou a memória coletiva de alguns territórios.

 
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TÓ TRIPS

É, reconhecidamente, um dos músicos portugueses mais interessantes das últimas décadas.

 

Dos agitados tempos dos “Amen Sacristi” e dos memoráveis “Lulu Blind”, aos “Dead Combo”, passando pelas experiências a solo de “Guitarra 66” e, mais recentemente, de “Guitarra Makaka”, Tó Trips tem marcado presença nos mais inovadores e entusiasmantes projetos do imaginário alternativo musical nacional.

Ouvir a sua música é embrenharmo-nos numa viagem pelas músicas do mundo. As músicas que o marcaram e tantas outras que foi descobrindo ao ritmo de uma curiosidade que a idade foi aguçando.

 

Uma viagem sem direções pré-definidas, que tão depressa nos leva ao punk/hardcore ou ao jazz, como à guitarra de Paredes, mas sempre com um fio condutor – os sons que foram influenciando a sua composição.

 

FILIPE RAPOSO

É licenciado em Composição, pela Escola Superior de Música de Lisboa, tem o mestrado em Piano Jazz Performance, pelo Royal College of Music (Stockholm), e foi bolseiro da Royal Music Academy of Stockholm.

Desde 2001 que trabalha como compositor e pianista, desenvolvendo participações em concertos e em discos com alguns dos principais nomes da música portuguesa: Sérgio Godinho, José Mário Branco, Fausto, Vitorino, Janita Salomé, Amélia Muge, Camané, Carminho e Maria João.

Desde 2004 que colabora com a Cinemateca Portuguesa como pianista residente, tendo criado a banda sonora para dois DVD: “Lisboa, Crónica Anedótica” e “O Táxi nº 9297”.

 

Recentemente escreveu, a convite da celebração dos 125 anos do Teatro São Luiz, uma nova banda sonora para o filme "Metropolis", para orquestra de câmara (Orquestra Sinfónica Portuguesa).

 

CHARLIE

MANCINI

 Pertence a uma nova geração revivalista do cinema mudo. Proporciona uma experiência de exceção que leva o público ao período clássico do cinema, como se tratasse de uma viagem na máquina do tempo.

 

Os instrumentos usados passam pelo piano, teclados diversos, guitarra elétrica e alguns elementos eletrónicos.

 

A música para sustentar as imagens em movimento é tocada e por vezes improvisada acompanhando a projeção e toda a ação e dinâmica dos filmes exibidos.

Tem composto bandas sonoras desde 2005 para filmes independentes, sendo de destacar o seu trabalho no documentário “Mar de Sines”, de 2016, realizado por Diogo Vilhena, vencedor nesse ano do prémio de “Melhor Filme Etnográfico” no Festival Internacional do Filme Etnográfico do Recife, Brasil.

 

Além do cinema criou a banda sonora e o design sonoro para a peça de teatro de rua “Insekto” a partir d’A Metamorfose da Franz Kafka.

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GONÇALO SIMÕES

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É compositor e músico assíduo no Festival de Cinema Musicado ao Vivo, tendo composto e musicado peças originais para o filme “Shoes", de Lois Weber, em 2019, e para o filme “Filibus", de Mario Roncoroni, em 2020.

Estudou particularmente com o professor António Menéres Barbosa, antes de ser admitido na Escola Superior de Música de Lisboa, na Licenciatura em Piano, sob a orientação dos professores Jorge Moyano e Olga Prats, na disciplina de Piano, e Fernando Fontes, em Música de Câmara.

 

Após a conclusão da Licenciatura, foi convidado pela Escola Superior de Música de Lisboa para exercer trabalho como Pianista Acompanhador, tarefa que desempenhou até ao final do ano de 2010.

Participou em diversas masterclasses e cursos de Aperfeiçoamento com os professores Irina Vinogradova, Jörg Dëmus, Vitaly Margulis, Jura Margulis, Luiz de Moura Castro, Manuela Gouveia, Helena Sá e Costa, Ralf Nattkemper, Avedis Kouyoumdjian, Agne Stepina, Jiri Tomasek, Jeanette Fávaro-Reuter e Walter Moore.

 

A NEGRA

Sara Ribeiro

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A Negra – Sara Ribeiro é uma artista multifacetada com um percurso firmado como atriz, dividindo-se entre a Companhia de Teatro João Garcia Miguel – CJGM e projetos artísticos como cantora e performer.

O seu trabalho e vida caminham entre as artes performativas, a música e a poesia. Caminho que oscila sobre o risco, o caos e a magia do encontro com o público.

Tem desenvolvido nos últimos oito anos um intenso trabalho enquanto atriz e criadora multidisciplinar, pisando muitos dos importantes palcos em Portugal e vários teatros e festivais europeus, na América do Sul e em África, com destaque para as digressões com a CJGM no Brasil e as recentes atuações em Angola.

Paralelamente, Sara Ribeiro tem surgido nos mais diversos contextos enquanto cantora e performer, marcando públicos e a crítica especializada um pouco por todo o mundo.